O pensamento de abrir o próprio negócio e tornar-se independente da hierarquia corporativa é tentador. Poder trabalhar no que gosta, conciliar a vida profissional e pessoal da forma que quiser e ter mais liberdade de organização, podendo até trabalhar de forma remota e gerir o seu tempo, são algumas das vantagens que ter um negócio próprio acarretam.
Porém, criar um projeto de raiz não é algo simples e requer planeamento, investimento, dedicação e coragem de assumir riscos. Isso significa que o primeiro tópico passa por perguntar a si próprio se está pronto a embarcar na aventura de abrir um negócio.
Depois de elaborar um plano, o passo seguinte é procurar financiamento e apoio para abrir o seu negócio. Até pode tentar financiá-lo unicamente com capital próprio. Contudo, geralmente, a maioria das novas empresas procuram ajuda financeira para se alavancar no mundo corporativo.
São várias as opções disponíveis. Veja aqui algumas:
Financiamento bancário e crédito: o banco poderá conceder-lhe um empréstimo caso julgue o seu plano viável, normalmente através da apresentação de uma garantia ou da existência de um fiador. Dessa forma, disponibilizará o montante acordado e, em troca, cobra juros.
Crowdfunding: também conhecido como financiamento coletivo, consiste na obtenção de um valor escolhido por si, por plataformas próprias para o método, através do esforço de vários pessoas e até mesmo entidades que se interessem no seu projeto.
Business Angels: são investidores privados que investem capital e conhecimento, como experiência e contactos.
Capital de Risco: é uma forma de financiamento com o uso de capitais próprios por um período temporário. Como o nome indica, este método não requer garantias ou o pagamento de encargos financeiros.
Garantiu financiamento? Agora é hora de pensar na forma legal do seu negócio. Isto é, se será um projeto com apenas um proprietário ou com mais pessoas.
As empresas singulares têm apenas um proprietário e podem deter os tipos: Empresário em Nome Individual; Estabelecimento Individual de Responsabilidade Limitada; Sociedade Unipessoal por Quotas.
Por outro lado, as empresas coletivas apresentam uma sociedade comercial, tendo sido criada por duas ou mais pessoas. Estas podem ser: Sociedade em Nome Coletivo; Sociedade por Quotas; Sociedade Anónima; Sociedade em Comandita; Cooperativa; Associação.
O próximo passo a dar, de facto, é constituir a empresa. Em Portugal, tanto pode fazê-lo presencialmente ou online.
Se prefere fazê-lo através da Internet, o serviço “Empresa Online”, no Portal do Cidadão, será o seu melhor amigo. Através do site, pode constituir empresas de sociedades por quotas, unipessoais por quotas e anónimas, com a utilização de um Certificado Digital, como é o caso do Cartão de Cidadão.
De forma presencial, os balcões “Empresa na Hora”, espalhados por todo o país, são o local ao qual se deve dirigir para abrir o seu negócio. Durante esse processo, todos os sócios da empresa devem estar presentes.
Ainda no balcão, precisará decidir o nome da empresa e, de seguida, indicar o pacto social desejado, isto é, o acordo entre as pessoas que serão sócias. Ou seja, neste contrato, ficarão decididos tópicos como a divisão de lucros, o direito de voto e também a repartição do capital.
Também será necessário indicar um Técnico Oficial de Contas (TOC), escolher um da Bolsa disponibilizada ou então entregar a declaração de início de atividade nas Finanças.
Para terminar o processo no balcão, terá de depositar o valor do capital social numa conta bancária aberta em nome da empresa que corresponde ao património inicial. Por fim, terá de pagar o serviço de criação de empresa no “Empresa na Hora” que, atualmente, tem o valor de 360 euros.
A partir daqui, o projeto está nas suas mãos. Se a independência, tanto financeira, como de organização e na vida pessoal, é algo que procura, talvez ser dono do seu próprio negócio seja a resposta certa.
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